Publicado por: Felipe Francisco | agosto 1, 2008

A Múmia – Tumba do imperador dragão <~

A temporada atual parece confirmar o ator norte-americano Brendan Fraser como um dos grandes nomes contemporâneos do filme de aventura. A partir de hoje, em países como o Brasil e os Estados Unidos, ele pode ser visto simultaneamente em dois filmes do gênero. Um estreou há algumas semanas, Viagem ao centro da Terra, inspirado no livro homônimo de Júlio Verne. O outro é novidade deste fim de semana: A múmia – Tumba do imperador dragão

.É possível que antes da estréia de A múmia, em 1999, seus produtores não tivessem pretensões de realizar  uma série de filmes de aventuras. O objetivo era claro: atualizar um  clássico do cinema de terror, A múmia, dirigido por Karl Freund em   1932, um dos diversos filmes sobre monstros que marcaram o  imaginário mundial entre os anos 1920 e 1930. A refilmagem  superou as expectativas de bilheteria, faturando, no mundo inteiro,  quase US$ 400 milhões. Como não poderia deixar de ser, veio a  continuação, O retorno da múmia, que também pegou muita gente de  surpresa por se tornar um sucesso ainda maior: rendeu mais de US$ 600 milhões. A múmia – Tumba do imperador dragão, o terceiro capítulo da série, se deve àquele duplo sucesso.

Apesar da inverossimilhança da situação e de seu vilão, A múmia atualizou a fórmula que alia monstros, aventura e humor. A receita fora dada por outro filme inspirado no A múmia de 1932, A mão da múmia, realizado em 1932. Stephen Sommers, diretor do remake de 1999, deu a ele o ritmo vertiginoso que marcava o gênero desde a estréia de Caçadores da arca perdida – e uma dose adicional de deboche. Para isso, ajudou bastante o carisma de Brendan Fraser, que pode ser apenas mediano mas já havia convencido diretores bem artísticos, como Bill Condon (Deuses e monstros) a lhe dar bons papéis dramáticos.

Muita coisa muda no novo capítulo da série. Stephen Sommers é apenas um dos roteiristas, e o novo diretor é Rob Cohen (Velozes e furiosos). Os roteiristas se cansaram do Egito e do deserto do Saara, e a nova aventura do atrapalhado arqueólogo e aventureiro Rick O’Connell (Brendan Fraser) se ambienta na China – provavelmente para aproveitar a overdose de notícias sobre o país às vésperas dos jogos olímpicos de Pequim. Apenas uma coisa continua a mesma: a vocação de O’Connell para se meter em confusão e se envolver na ressurreição de criaturas demasiado poderosas, amaldiçoadas em passado distante exatamente para que seu poder fosse contido

GALERIA DE FOTOS


Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

%d blogueiros gostam disto: